Arquitetura barroca no Brasil: igrejas de Minas e Nordeste

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A arquitetura barroca nasceu na Europa no fim do século XVI e chegou ao Brasil no século XVII, com as ordens religiosas. Por isso, aqui ela deixou igrejas douradas, fachadas de pedra-sabão e cidades inteiras tombadas, sobretudo em Minas Gerais, na Bahia e em Pernambuco. Neste guia, você vê a origem do estilo, suas características e as principais igrejas barrocas do país.

Resumo rápido – arquitetura barroca

  • Origem: Roma, no fim do século XVI, ligada à Contrarreforma católica.
  • Características: curvas, fachadas côncavas e convexas, talha dourada, pinturas nos tetos e jogos de luz e sombra.
  • No Brasil: do século XVII ao início do XIX, com a fase final em estilo rococó.
  • Grandes nomes no Brasil: Aleijadinho e Mestre Ataíde.
  • Onde ver: Ouro Preto, Congonhas, Mariana, Tiradentes, Diamantina, Salvador, Olinda e Recife.
Fontana di Trevi, exemplo de arquitetura barroca em Roma, Itália
Fontana di Trevi em Roma, Itália

Fontana di Trevi – Projetada pelo arquiteto italiano Nicola Salvi, a fonte começou a ser construída em 1732 e foi concluída em 1762. Hoje, é um dos exemplos mais famosos do barroco tardio no mundo.

Origem da arquitetura barroca

O estilo se desenvolveu junto com a Contrarreforma, a resposta da Igreja Católica à Reforma Protestante. Afinal, o protestantismo questionava dogmas católicos, e a Igreja precisava reafirmar sua fé e sua autoridade.

Para isso, ela realizou o Concílio de Trento, entre 1545 e 1563. Nele, a arte passou a ser vista como um meio de ensinar e propagar a fé católica.

Assim, as obras deveriam retratar cenas bíblicas, santos e sacramentos de forma clara, realista e emocionante, sem nus nem referências pagãs. Por esse motivo, as maiores obras de arquitetura barroca estão em igrejas, basílicas e monumentos cristãos.

Além disso, o Barroco não foi só um estilo artístico. Ele marcou também a literatura, a pintura, a escultura e a música. Em geral, é marcado pelo dualismo entre corpo e alma, céu e inferno, profano e sagrado, e pela riqueza de detalhes.

Vídeo sobre a arquitetura barroca em Minas Gerais

A história do Aleijadinho

Principais características da arquitetura barroca

Como o barroco buscava exaltar Deus e a Igreja, ele rompe com a simetria e a racionalidade do Renascimento. Em vez disso, usa formas e texturas que sugerem movimento e despertam emoção. Da mesma forma, a decoração farta transmite a ideia de grandeza, poder e riqueza.

De modo geral, as características mais marcantes da arquitetura barroca são:

  • plantas e espaços ovais ou elípticos, que dão a ideia de centralização;
  • fachadas côncavas ou convexas, que reforçam a sensação de movimento;
  • colunas salomônicas (torcidas), frontões curvos e volutas;
  • talha dourada e ornamentação exuberante;
  • efeitos em gesso e estuque;
  • pinturas nos tetos, muitas vezes em perspectiva, que simulam um céu aberto;
  • jogos de luz e sombra para criar mistério e dramaticidade;
  • Deus, Cristo e os santos como figuras centrais.

No entanto, nem todas as obras reúnem todas essas características, já que o estilo variou conforme o país. Na França, por exemplo, a arquitetura barroca também exaltou a monarquia, como no Palácio de Versalhes.

Já na Inglaterra, o estilo ganhou força depois do Grande Incêndio de Londres, em 1666, que destruiu mais de 13 mil casas e 87 igrejas. Então, a cidade foi reconstruída com influências da Itália e da França, como na Catedral de São Paulo, de Christopher Wren.


Principais nomes e obras da arquitetura barroca

1. Carlo Maderno

O arquiteto italiano Carlo Maderno foi um dos pioneiros do estilo. Sua primeira grande obra foi a fachada da Igreja de Santa Susanna, em Roma, com colunas típicas do barroco.

Em seguida, em 1603, ele foi nomeado arquiteto-chefe da Basílica de São Pedro, no Vaticano, onde projetou a nave e a fachada.

2. Francesco Borromini

Borromini ficou conhecido por romper com as regras clássicas e criar espaços ondulados e complexos.

Sua obra mais famosa é a Igreja de San Carlo alle Quattro Fontane, em Roma, com fachada ondulada e cúpula oval decorada com formas geométricas, em vez de afrescos.

3. Gian Lorenzo Bernini

Bernini é considerado por muitos o principal nome do barroco. Suas obras estão por toda Roma. Entre elas, destacam-se a colunata da Praça de São Pedro e a Igreja de Sant’Andrea al Quirinale, de planta oval.

4. Carlo Fontana

Fontana, que trabalhou com Bernini, também foi um dos nomes importantes do barroco romano. Por exemplo, ele fez o pórtico da Basílica de Santa Maria in Trastevere e restaurou a fonte da praça em frente a ela.

5. Aleijadinho

Antônio Francisco Lisboa, o Aleijadinho, foi o principal nome da arquitetura barroca no Brasil. Ele era escultor, entalhador e arquiteto, e suas obras estão em cidades históricas de Minas Gerais, como Ouro Preto, Sabará, São João del-Rei e Congonhas.

Seus trabalhos de maior destaque são a Igreja de São Francisco de Assis, em Ouro Preto, e o Santuário do Bom Jesus de Matosinhos, em Congonhas. Além disso, sua obra tem forte influência do rococó, e ele é considerado um dos maiores artistas do barroco nas Américas.


Arquitetura barroca no Brasil

A arquitetura barroca no Brasil chegou no século XVII, com jesuítas, franciscanos, beneditinos e carmelitas, e se estendeu até o início do século XIX. Inicialmente, o estilo floresceu em Salvador, Olinda e Recife, os centros da colônia na época do açúcar.

Depois, no século XVIII, chegou ao auge em Minas Gerais, com o Ciclo do Ouro. Por isso, Minas é hoje o estado com o maior acervo barroco do país.

As construções seguiram modelos de Portugal, mas também receberam influências da Itália, da França e da Espanha. Em geral, as fachadas são mais simples e retas que as italianas, enquanto os interiores são muito ricos em talha dourada e azulejos.

Em Minas, os artistas usaram materiais locais. Assim, em vez de mármore, o barroco mineiro usa pedra-sabão e muita madeira nas esculturas e ornamentos. Além disso, anjos, santos e pinturas que remetem à eternidade marcam o barroco brasileiro.

Mestre Ataíde

Ao lado de Aleijadinho, destaca-se o pintor Manuel da Costa Ataíde, o Mestre Ataíde. Como a pintura barroca está ligada à arquitetura, ele pintou forros, painéis e altares de igrejas importantes, como:

  • forro da sacristia da Igreja da Ordem Terceira de São Francisco de Assis, em Mariana;
  • forro da nave da Igreja de São Francisco de Assis, em Ouro Preto;
  • pinturas da Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos, em Mariana;
  • painéis da Igreja Matriz de Conceição do Mato Dentro.
Pintura de forro barroco de Manuel da Costa Ataíde, o Mestre Ataíde
Obra do Pintor Manuel da Costa Ataíde

Principais obras da arquitetura barroca no Brasil

  • Igreja e Convento de São Francisco, no Pelourinho, em Salvador, Bahia;
  • Convento e Igreja de Santo Antônio, em Cairu, na Bahia;
  • Basílica e Convento de Nossa Senhora do Carmo, em Recife, Pernambuco;
  • Igreja de São Francisco de Assis, em Ouro Preto, Minas Gerais;
  • Os Doze Profetas, no Santuário do Bom Jesus de Matosinhos, em Congonhas, Minas Gerais;
  • Ruínas da Igreja de São Miguel Arcanjo, em São Miguel das Missões, no Rio Grande do Sul.

Igrejas barrocas de Ouro Preto

Ouro Preto, a antiga Vila Rica, foi tombada pelo Iphan em 1938. Mais tarde, em 1980, tornou-se a primeira cidade brasileira declarada Patrimônio Mundial pela Unesco.

Vista do centro histórico de Ouro Preto, com casario e igrejas barrocas
Ouro Preto MG

A cidade é um conjunto urbano pouco alterado. De fato, seu traçado colonial, suas ladeiras de pedra e o casario branco com telhas de barro e janelas coloridas continuam preservados.

O ouro trouxe riqueza e também um grande desenvolvimento artístico. Por exemplo, entre 1740 e 1760 surgiram as ordens terceiras do Carmo e de São Francisco, formadas pelas famílias mais ricas, que financiaram igrejas cada vez mais elaboradas. Nelas, trabalharam mestres portugueses e a primeira geração de artistas mineiros, como Aleijadinho.

Por isso, diz-se que o barroco mineiro nasceu mestiço, ao misturar o barroco e o rococó europeus com soluções locais.

Igreja de São Francisco de Assis

Para muitos especialistas, a igreja é a obra-prima de Aleijadinho e Ataíde.

Fachada barroca da Igreja de São Francisco de Assis, em Ouro Preto
Igreja de São Francisco de Assis em Ouro Preto MG

Aleijadinho fez o projeto, o risco da portada e elementos como os púlpitos, o retábulo-mor e o lavabo. Já Ataíde pintou o forro da nave, que representa a assunção de Nossa Senhora, cercada de anjos músicos.

Igreja Matriz de Nossa Senhora do Pilar

A igreja atual substituiu uma capela do fim do século XVII e foi ampliada ao longo do século XVIII.

Interior com talha dourada da Igreja Matriz do Pilar, em Ouro Preto
Igreja Matriz do Pilar em Ouro Preto MG

É um dos exemplos mais ricos do barroco do Ciclo do Ouro, com muita talha dourada. Além disso, na sacristia funciona o Museu de Arte Sacra do Pilar.

Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos

Construída a partir de 1785 pela irmandade dos negros, tem um dos desenhos mais originais das igrejas barrocas mineiras.

Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos, de planta elíptica, em Ouro Preto
Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos em Ouro Preto MG

De fato, sua planta é formada por elipses, e a fachada é curva. No interior, os altares laterais são dedicados a santos negros, como Santa Efigênia, Santo Elesbão e São Benedito.

Igreja de Nossa Senhora do Carmo

As obras começaram em 1756, com projeto de Manuel Francisco Lisboa, pai de Aleijadinho. Mais tarde, a fachada em pedra-sabão foi atribuída ao próprio Aleijadinho.

Igreja de Nossa Senhora do Carmo no alto de uma ladeira em Ouro Preto
Igreja de Nossa Senhora do Carmo em Ouro Preto MG

Fica no alto de uma ladeira e era frequentada pela elite local. Além disso, a capela-mor tem painéis de azulejos com temas carmelitas, e Mestre Ataíde pintou e dourou o altar-mor.

Igreja de Santa Efigênia (Igreja de Chico Rei)

Erguida ao longo do século XVIII no alto do morro, a igreja reúne obras de artistas como Francisco Xavier de Brito.

Igreja de Santa Efigênia, conhecida como Igreja de Chico Rei, em Ouro Preto
Igreja de Santa Efigênia (Igreja de Chico Rei) em Ouro Preto MG

Segundo a tradição, Chico Rei, um rei africano trazido escravizado ao Brasil, comprou a própria liberdade e a de outros com o ouro de uma mina. Depois, como devoto de Santa Efigênia, teria ajudado a erguer o templo.

Matriz de Nossa Senhora da Conceição de Antônio Dias

Iniciada em 1727, a igreja teve obras até a segunda metade do século XVIII, com participação de Manuel Francisco Lisboa.

Matriz de Nossa Senhora da Conceição de Antônio Dias, onde está enterrado Aleijadinho
Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição de Antônio Dias em Ouro Preto MG

Ele e o filho, Aleijadinho, estão enterrados ali. Além disso, a igreja abriga o Museu do Aleijadinho, com várias obras do mestre.

Capela do Padre Faria

A capela de Nossa Senhora do Rosário do Padre Faria foi erguida no início do século XVIII, a pedido do padre João de Faria Fialho.

Capela do Padre Faria, uma das mais antigas de Ouro Preto
Capela de Nossa Senhora do Rosário do Padre em Ouro Preto MG

Simples por fora e rica por dentro, ela é um dos raros exemplos das primeiras capelas do arraial.


Arquitetura barroca em outras cidades de Minas Gerais

Santuário do Bom Jesus de Matosinhos, em Congonhas

O Santuário do Bom Jesus de Matosinhos foi tombado pelo Iphan em 1939 e declarado Patrimônio Mundial pela Unesco em 1985.

Santuário do Bom Jesus de Matosinhos e os profetas de Aleijadinho, em Congonhas
Santuário do Bom Jesus de Matozinhos – Congonhas MG

O conjunto começou a ser construído na segunda metade do século XVIII. Ele reúne a igreja, o adro com os 12 profetas em pedra-sabão e seis capelas dos Passos da Paixão. Nelas, ficam 66 imagens de madeira policromada em tamanho natural, obra de Aleijadinho e sua oficina.

Sua inspiração vem de santuários portugueses, como o Bom Jesus do Monte, em Braga. Além disso, desde 2015, o Museu de Congonhas funciona ao lado do santuário.

Mariana

Mariana foi a primeira capital de Minas Gerais. Seu centro histórico foi tombado pelo Iphan em 1945.

Igrejas barrocas da Praça Minas Gerais, em Mariana
Mariana MG

Ao contrário das outras vilas do ouro, Mariana teve um traçado planejado, com ruas retas e praças retangulares. O plano é atribuído ao engenheiro militar português José Fernandes Pinto Alpoim.

Entre os destaques, estão:

  • Catedral de Nossa Senhora da Assunção (Sé), uma das igrejas mais antigas de Minas;
  • as igrejas de São Francisco de Assis e do Carmo, lado a lado na mesma praça;
  • os sobrados da Rua Direita, incluindo a casa onde viveu o poeta Alphonsus de Guimaraens;
  • as pinturas sacras de Mestre Ataíde.

São João del-Rei

Com ladeiras, igrejas, museus e casarios, São João del-Rei guarda a riqueza do ouro. Além disso, o comércio deu à cidade um caráter eclético, com fachadas neoclássicas e neogóticas ao lado das barrocas.

Centro histórico de São João del-Rei, em Minas Gerais
São João del Rei MG

Em geral, as igrejas seguem o padrão das matrizes mineiras: nave, capela-mor, sacristias e fachada com duas torres. Já a ornamentação é sobretudo rococó, como na Igreja de São Francisco de Assis, ligada ao projeto de Aleijadinho.

Tiradentes

O conjunto arquitetônico e urbanístico de Tiradentes foi tombado pelo Iphan em 1938.

Casario colonial e Matriz de Santo Antônio, em Tiradentes
Tiradentes MG

A cidade tem um dos acervos mais importantes de Minas, com construções religiosas, civis e oficiais do século XVIII. Nas ruas, por exemplo, o casario térreo é simples e harmonioso, enquanto os sobrados têm cantaria e forros pintados.

O grande destaque é a Matriz de Santo Antônio, com talha dourada, sacristias decoradas e um órgão do século XVIII. Além disso, o risco da fachada é atribuído a Aleijadinho.

Diamantina

Terra dos diamantes e de Chica da Silva, Diamantina foi declarada Patrimônio Mundial pela Unesco em 1999.

Casarios coloridos do centro histórico de Diamantina
Centro histórico de Diamantina MG

Seu centro reúne igrejas, sobrados coloridos e prédios públicos restaurados. Além disso, a cidade tem um clima serrano e muitos estudantes, que animam as ladeiras.

Diamantina também é berço de dois nomes famosos. O primeiro é Chica da Silva, mulher negra que alcançou destaque na sociedade do século XVIII. O segundo é Juscelino Kubitschek, presidente que inaugurou Brasília em 1960. Hoje, as casas dos dois estão abertas à visitação.


Arquitetura barroca no Nordeste

No Nordeste, o barroco surgiu primeiro com as ordens religiosas. Depois, no século XVIII, as irmandades e ordens terceiras leigas passaram a financiar boa parte da produção artística.

Olinda

O centro histórico de Olinda foi declarado Patrimônio Mundial pela Unesco em 1982.

Igrejas barrocas e casario do centro histórico de Olinda, Pernambuco
Olinda – PE

Entre suas igrejas, destacam-se a Sé, o Mosteiro de São Bento, a Igreja do Carmo e a Igreja da Misericórdia. Em comum, todas têm fachadas imponentes e altares ricamente decorados.

Recife

No centro do Recife, há um dos conjuntos de igrejas barrocas mais ricos do país.

Interior em talha dourada da Capela Dourada, no Recife
Capela Dourada em Recife PE

Igrejas barrocas no centro do Recife:

Veja as principais igrejas barrocas do Recife

Salvador

Primeira capital do Brasil, Salvador tem algumas das igrejas mais ricas do barroco brasileiro. Por exemplo, a Igreja e Convento de São Francisco, no Pelourinho, tem o interior quase todo coberto de talha dourada e um claustro com azulejos portugueses.

Veja as igrejas barrocas de Salvador da Bahia

Cruzeiro de São Francisco e igrejas barrocas no Pelourinho, em Salvador
Cruzeiro de São Francisco no Pelourinho em Salvador da Bahia

Além disso, o Pelourinho foi declarado Patrimônio Mundial pela Unesco em 1985. Assim, em poucos quarteirões, é possível ver a Catedral Basílica, a Igreja da Ordem Terceira de São Francisco, de fachada esculpida, e a Igreja do Rosário dos Pretos.

Perguntas frequentes sobre arquitetura barroca

O que é arquitetura barroca?

É o estilo que surgiu em Roma no fim do século XVI, ligado à Contrarreforma, com curvas, movimento e muita ornamentação.

Por isso, suas maiores obras são igrejas e basílicas.

Quais são as características da arquitetura barroca?

Fachadas curvas, plantas ovais, colunas torcidas, talha dourada, pinturas nos tetos e jogos de luz e sombra.

Em geral, tudo busca emocionar e transmitir grandeza.

Quando a arquitetura barroca chegou ao Brasil?

No século XVII, com as ordens religiosas, e durou até o início do século XIX.

Primeiro, floresceu na Bahia e em Pernambuco; depois, em Minas Gerais.

Quais são as igrejas barrocas mais famosas do Brasil?

São Francisco de Assis, em Ouro Preto; o Santuário de Congonhas; a Igreja de São Francisco, em Salvador; e a Capela Dourada, no Recife.

Além delas, Mariana, Tiradentes e Olinda têm conjuntos notáveis.

Quem foi o principal artista do barroco brasileiro?

Antônio Francisco Lisboa, o Aleijadinho, escultor e arquiteto mineiro.

Ao lado dele, destacou-se o pintor Mestre Ataíde.

Willy Sievert

Escrito por Willy Sievert

Editor do Bahia.ws desde sua fundação em 2009. Morador de Salvador, viaja com frequência pelo Nordeste e por todo o Brasil para manter os guias atualizados. Conheça mais sobre Willy Sievert →

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