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As principais cidades e vilas da região da Chapada Diamantina, no coração da Bahia, funcionam como bases para conhecer o Parque Nacional da Chapada Diamantina, que protege cerca de 152 mil hectares com cachoeiras, grutas, sítios arqueológicos e uma geologia espetacular. Cada uma tem um perfil diferente: algumas são cidades históricas tombadas pelo IPHAN, outras são vilas de montanha, de garimpo ou de ecoturismo.

A região é grande e as distâncias entre os atrativos também. O território oficial reúne 24 municípios e cerca de 32,7 mil km², segundo a SEI-BA; em definições mais amplas, chega a cerca de 38 mil km² e 58 municípios. Por isso, escolher a base certa faz diferença. Este guia apresenta nove destinos, com dados atualizados em outubro de 2026, e indica o que cada um oferece. Veja também o Guia de Turismo da Chapada Diamantina.
Vídeo sobre as cidades e vilas mais importantes da Chapada Diamantina

Lençóis e Região na Chapada Diamantina

Cachoeiras e Trilhas do Vale do Capão ou Caeté-Açu13:32

Guia de Turismo de Andaraí na Chapada Diamantina

Ibicoara na Chapada Diamantina04:14

Igatu a “Machu Picchu” brasileira - Reportagem30:17

Andaraí e Mucugê09:42

Morro do Chapéu - 5 passeios turísticos10:33

Vila do Ventura na Chapada Diamantina08:10

Rio de Contas - Guia Turístico07:48
Principais cidades e vilas da região da Chapada Diamantina
Estas são as principais cidades e vilas da Chapada Diamantina, cada uma com características e história próprias:
- Lençóis: a “capital” turística, com casario tombado pelo IPHAN, boa estrutura de serviços e acesso a trilhas e cachoeiras.
- Vale do Capão (Palmeiras): vila de montanha, com forte presença de ecoturismo, arte e vida alternativa, e saída para a Cachoeira da Fumaça e o Vale do Pati.
- Andaraí: cidade histórica na região central do Parque, com cachoeiras altas, o Marimbus e o Rio Roncador.
- Ibicoara: base para a Cachoeira do Buracão e a Cachoeira da Fumacinha, no sul do Parque.
- Igatu: vila de pedra, distrito de Andaraí, erguida sobre as ruínas de um antigo povoado de garimpo.
- Mucugê: conjunto histórico tombado, com o Cemitério de Santa Isabel (o “bizantino”) e o Projeto Sempre-Viva.
- Morro do Chapéu: ao norte, com cachoeiras, cavernas, sítios arqueológicos e clima ameno.
- Vila do Ventura: povoado histórico do garimpo de diamantes, no município de Morro do Chapéu, com construções de pedra e pinturas rupestres.
- Rio de Contas: cidade do ciclo do ouro, com conjunto histórico tombado e acesso ao Pico das Almas.
Juntas, essas cidades e vilas combinam patrimônio histórico e natureza e recebem visitantes de todo o Brasil e do exterior. Veja o mapa do Parque Nacional da Chapada Diamantina
Cidades e vilas da Chapada Diamantina em números
| Destino | População (Censo 2022) | Distância aproximada de Salvador | Destaque |
|---|---|---|---|
| Lençóis | 10.774 | cerca de 420 km | Portal do Parque, casario tombado |
| Palmeiras (Vale do Capão) | 10.339 (município) | 440 a 460 km | Fumaça, Pai Inácio, trilhas |
| Andaraí | 13.080 | 420 a 460 km | Cachoeiras, Marimbus, Igatu |
| Ibicoara | 20.785 | cerca de 458 km | Buracão e Fumacinha |
| Mucugê | 12.137 | cerca de 450 km | Conjunto tombado, Sempre-Viva |
| Morro do Chapéu | 33.594 | cerca de 390 km | Ferro Doido, Brejões |
| Rio de Contas | 13.184 | cerca de 650 km | Conjunto tombado, Pico das Almas |
As distâncias variam conforme a rota e a fonte; confirme antes de viajar. Igatu tem cerca de 380 moradores, segundo o IPHAN, e a Vila do Ventura não tem dado oficial de população.
Guia das principais cidades e vilas da Chapada Diamantina
1. Lençóis na Chapada Diamantina
Tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 1973, com 570 imóveis, Lençóis é considerada o portal da Chapada Diamantina. A cidade tem ampla rede de pousadas, hotéis e restaurantes e voos regulares: em 2026, a Azul liga Lençóis a Salvador e a Confins duas vezes por semana, segundo reportagens de agosto.

Os principais atrativos são o casario do século XIX, a história do garimpo (leia sobre a história de Lençóis), a Serra do Sincorá e os atrativos naturais de fácil acesso no entorno.
Em 2019, Lençóis ficou em primeiro lugar no Prêmio Melhores Destinos, na categoria de melhor destino do Brasil, com nota 9,10 e mais de 25 mil votantes. Em julho de 2026, o Ministério do Turismo incluiu a cidade entre as sete vilas brasileiras na disputa pelo selo “Melhores Vilas Turísticas do Mundo” da ONU Turismo; o resultado deve sair em dezembro de 2026.
O calendário inclui o São João, o Festival de Lençóis (a 27ª edição foi de 4 a 6 de setembro de 2026) e a Festa de Senhor Bom Jesus dos Passos, que o Iphan aprovou como Patrimônio Cultural do Brasil em março de 2026. Lençóis tem 10.774 habitantes (Censo 2022) e fica a cerca de 420 km de Salvador. Veja o guia de Lençóis e a história do povoamento da Chapada Diamantina.
2. Vale do Capão
O Vale do Capão é um distrito de Palmeiras, a cerca de 19 km da sede pela BA-849, pavimentada em 2025, e tem cerca de 3 mil habitantes, segundo reportagem de A Tarde. Sua natureza preservada atraiu visitantes que acabaram ficando, e hoje a vila reúne artistas, terapeutas, pousadas e restaurantes com opções vegetarianas e veganas.

Do Capão saem trilhas para alguns dos lugares mais famosos da Chapada. A Cachoeira da Fumaça tem cerca de 380 m, segundo o ICMBio (outras medições dão 340 m); a trilha tem cerca de 5 km, leva cerca de 2 horas e começa no povoado de Campos.
A travessia do Vale do Pati a partir do Capão passa pelo povoado de Bomba, pela Serra da Moitinha e pelos Gerais do Rio Preto; a entrada mais rápida é por Guiné, em Mucugê, em cerca de 3 horas. O Festival de Jazz do Capão, gratuito, teve a 13ª edição em 18 e 19 de setembro de 2026, no Circo do Capão.
O Vale do Capão fica a 440 a 460 km de Salvador. Veja o guia completo do Vale do Capão.
Atualização: a Câmara de Palmeiras aprovou, em 29 de dezembro de 2025, uma taxa de turismo para o Vale do Capão (até R$ 53,28 por semana na alta temporada); não confirmei a sanção nem o início da cobrança, então consulte a prefeitura. Já o acesso ao Morro do Pai Inácio custa R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia) desde 6 de abril de 2026, por decreto municipal.
3. Andaraí
Andaraí é um dos seis municípios do Parque Nacional (ao lado de Ibicoara, Itaetê, Lençóis, Mucugê e Palmeiras) e tem 13.080 habitantes.
O centro histórico preserva casario do século XIX. O município tem muitos cursos d’água e algumas das cachoeiras mais altas da região. Guias citam Cristais (110 m), Herculano e Samuel (100 m cada) e Ramalho (90 m); são medidas de guias, sem medição oficial. Veja as cachoeiras mais altas da Chapada Diamantina.

A localização é estratégica para quem quer conhecer Mucugê, Ibicoara, Nova Redenção e Itaetê. Dentro do município ficam o povoado de Igatu, o Pantanal do Marimbus e as piscinas naturais do Rio Roncador. O Poço Azul (em Nova Redenção) e o Poço Encantado (em Itaetê) ficam a cerca de 45 km de Andaraí, mas não pertencem ao município. Andaraí está a 420 a 460 km de Salvador.
4. Ibicoara
Ibicoara é um dos municípios do Parque Nacional, fica a cerca de 1.000 m de altitude e tem 20.785 habitantes. Foi desmembrada de Mucugê em 1962 (lei de 20 de julho; instalação em abril de 1963). O Parque Natural Municipal do Espalhado, criado em 2005 e a cerca de 30 km da sede, abriga a Cachoeira do Buracão, com cerca de 85 m, que se alcança por uma trilha de cerca de 3 km pelo cânion.

A Cachoeira da Fumacinha fica em Ibicoara, no Cânion do Julião, e tem cerca de 210 m, segundo o Projeto Cachoeiras Gigantes. Não fica em Mucugê, como já constou neste guia. Para quem gosta de aventura, o município também tem as cachoeiras do Licuri e do Rio Preto, citadas em guias locais.
A região é conhecida pelo café: o Café Boa Nova, de Ibicoara, ganhou o prêmio “Melhor Café do Brasil” da Abic em 2018, e o café da Chapada Diamantina tem Denominação de Origem reconhecida pelo INPI desde outubro de 2024. Ibicoara fica a cerca de 458 km de Salvador.
5. Igatu
Já citada acima, a vila de Igatu merece um destaque. O povoado, distrito de Andaraí, ergue-se numa encosta de pedra que se abre para o vale do rio Paraguaçu. O IPHAN tombou o conjunto em 2000 (cerca de 200 imóveis, com ruínas de pedra e a Igreja e o Cemitério de São Sebastião). Hoje vivem ali cerca de 380 pessoas, e no auge do garimpo chegaram a mais de 10 mil.

O acesso é por estrada de terra, a cerca de 25 km de Andaraí, segundo o guia de Igatu do bahia.ws; confira a situação atual da estrada antes de ir.
O ICMBio destaca Igatu como um dos melhores locais do Nordeste para escalada, sobretudo boulder, nos setores Serra Alta e Califórnia. Guias também falam em seis cachoeiras próximas. O calendário inclui o São João e o Festival de Igatu (a 16ª edição foi em agosto de 2026).
A preservação das casas tombadas conta com o Programa ConViver (Iphan e UFBA), que já atendeu 30 moradias. Veja o guia de Igatu e leia sobre a arquitetura da Chapada Diamantina.
6. Mucugê
O conjunto urbano de Mucugê, de casario colonial e construções que se confundem com as rochas, está inscrito no IPHAN desde 1980. A cidade fica na Serra do Sincorá, a cerca de 450 km de Salvador, tem 12.137 habitantes e clima ameno, com média em torno de 19 °C segundo guias de turismo.

Uma das atrações mais conhecidas é o Cemitério de Santa Isabel, o “bizantino”: é do século XIX (não de meados do século XVIII, como constava), com jazigos brancos de arcos e pináculos de inspiração neogótica.
As fontes divergem sobre a data: o IPHAN fala em obras de 1854 a 1886, e uma pesquisadora cita decisão da Câmara em outubro de 1855, durante a epidemia de cólera. A trilha a pé do centro leva cerca de 600 metros.
O Parque Municipal de Mucugê foi criado entre 1996 e 1999, e o Projeto Sempre-Viva existe desde 1993, para proteger a flor endêmica (leia sobre a flor sempre-viva). O guia de Mucugê descreve um museu vivo do garimpo em uma antiga gruta de garimpeiros.
Entre os eventos estão o São João, a Feira Literária de Mucugê (Fligê, de 13 a 16 de agosto de 2026), o Festival de Corais Vozes na Chapada, o Festival de Forró da Chapada e o Ultra Trail Chapada Diamantina.
7. Morro do Chapéu
Morro do Chapéu fica ao norte da Chapada, a cerca de 1.011 m de altitude e a cerca de 390 km de Salvador. Tem 33.594 habitantes e é o maior município deste guia (5.745 km²). O clima é ameno: a média é de cerca de 20,8 °C e, no inverno, as noites às vezes ficam abaixo de 10 °C.

A cidade tem tradição musical. A Sociedade Filarmônica Minerva, fundada em 1906 pelo coronel Francisco Dias Coelho, lembrado como o primeiro coronel negro da Bahia, segue em atividade. O Morrão, com 1.293 m segundo o SGB, é o ponto mais alto do município e fica a cerca de 8 km a sudoeste da cidade, com vista ampla da região e, ao longe, parques eólicos.
A Cachoeira do Ferro Doido fica a 18 km a leste da sede, perto do km 256 da BA-052. A altura varia conforme a fonte: cerca de 80 m (SGB) a quase 100 m (imprensa). É um monumento natural estadual criado em 1998 (Decreto 7.412, com cerca de 400 hectares).
A Cachoeira do Agreste também é muito visitada. A Gruta dos Brejões é a mais famosa: a boca mede cerca de 106 m, segundo espeleólogos, e o conjunto tem cerca de 7,75 km mapeados, entre as maiores bocas de caverna do Brasil.
É também um sítio paleontológico, com mais de 5 mil peças de megafauna, e tem pinturas rupestres nas proximidades. O trajeto a partir da cidade varia muito conforme a fonte e a rota, então confirme com agências locais. O município também abriga o Parque Estadual de Morro do Chapéu, criado em 1998.
8. Vila do Ventura
Quem for a Morro do Chapéu deve incluir a Vila do Ventura, distrito do município (não fica nos arredores de Rio de Contas, como constava). O povoado guarda construções do tempo do garimpo de diamantes, explorado de cerca de 1841 a 1932, segundo o SGB, e hoje ilustra o auge e o declínio dessa atividade.

Das atrações da região, a Cachoeira do Ventura tem cerca de 50 m, segundo o guia do bahia.ws.
A Toca do Pepino, no complexo de arenito conhecido como Igrejinha, fica a cerca de 45 minutos a pé da vila, e a Toca da Figura, na margem direita do rio Ventura, a cerca de uma hora a pé. Ambas têm pinturas rupestres estudadas por arqueólogos. Veja a trilha rupestre e a Vila do Ventura e a história do garimpo.
9. Rio de Contas

Rio de Contas fica ao sul da Chapada, a mais de 1.000 m de altitude e a cerca de 650 km de Salvador, com 13.184 habitantes.
É um núcleo colonial antigo do sertão baiano: a freguesia de Santo Antônio de Mato Grosso data de 1718, a vila foi criada por carta régia de 27 de novembro de 1723 e instalada em 1724, e a sede foi transferida em 1745 para um sítio planejado. Por isso, o IPHAN a descreve como uma das raras cidades novas coloniais criadas por Portugal (Rio de Contas foi cidade a partir de 1885).
O conjunto arquitetônico foi tombado pelo IPHAN em 1980, com 287 imóveis, e a Matriz e a Igreja de Santana já tinham tombamento individual de 1958. A Igreja Matriz do Santíssimo Sacramento é da segunda metade do século XVIII, e o Teatro São Carlos, inaugurado em 1892, teve restauro entregue em 2014.
Leia a história de Rio de Contas. Na natureza, o destaque é o Pico das Almas, com 1.958 m, no distrito de Mato Grosso, e o Pico do Barbado, com 2.033 m, o ponto mais alto do Nordeste, entre Rio de Contas, Abaíra e Rio do Pires.
A Cachoeira do Fraga, de cerca de 18 m, também é muito visitada. Entre as tradições, a Noite das Lanternas, na época do Corpus Christi, tem mais de 300 anos, segundo a SETUR-BA, e o São João traz o Encontro de Sanfoneiros.
Como escolher a base na Chapada Diamantina
Para uma primeira viagem, Lençóis é a base mais prática, por ter a maior infraestrutura e o aeroporto. Quem busca tranquilidade e trilhas longas costuma preferir o Vale do Capão. No sul do Parque, Mucugê e Ibicoara ficam perto de Guiné (entrada mais rápida do Vale do Pati) e da Cachoeira do Buracão. Andaraí e Igatu combinam história do garimpo e cachoeiras.
Quem quer cavernas e arqueologia deve olhar para o norte, em Morro do Chapéu, e quem prefere patrimônio colonial pode ir a Rio de Contas, mais distante. Veja também as grutas de Iraquara e o guia de aves da Chapada Diamantina.
Melhor época e dicas
Segundo a Climatempo, a estação seca vai de maio a setembro, com temperaturas entre 17 e 27 °C, e de outubro a março chove mais, mas as cachoeiras ficam cheias.
O ICMBio informa que não há cobrança de ingresso para entrar no Parque Nacional e recomenda condutor em trilhas pouco marcadas ou difíceis; a travessia do Vale do Pati, de 3 a 5 dias, tem pernoite em casas de moradores. Planeje também com o guia do Vale do Pati e a lista de cidades tombadas na Bahia.
Perguntas Frequentes
Quais são as principais cidades e vilas da Chapada Diamantina?
As principais são Lençóis, Palmeiras (com o Vale do Capão), Andaraí, Ibicoara, Mucugê, Morro do Chapéu e Rio de Contas, além das vilas de Igatu e do Ventura.
Qual é a melhor cidade para se hospedar na Chapada Diamantina?
Para uma primeira viagem, Lençóis, por reunir a maior infraestrutura e o aeroporto. Para mais tranquilidade, o Vale do Capão; para o sul do Parque, Mucugê e Ibicoara.
Quantos municípios tem a Chapada Diamantina?
O Território de Identidade Chapada Diamantina tem 24 municípios, segundo a SEI-BA. O Parque Nacional abrange seis: Andaraí, Ibicoara, Itaetê, Lençóis, Mucugê e Palmeiras.
Qual a distância de Salvador a Lençóis?
Cerca de 420 km por rodovia, em 6 a 7 horas. Em 2026, a Azul também liga Lençóis a Salvador e a Confins, duas vezes por semana, segundo reportagens de agosto.
Qual é a melhor época para visitar a Chapada Diamantina?
De maio a setembro, na estação seca, com temperaturas amenas. De outubro a março chove mais, mas as cachoeiras ficam cheias.
É preciso pagar ingresso no Parque Nacional da Chapada Diamantina?
Segundo o ICMBio, não há cobrança de ingresso para entrar no Parque. Algumas atrações têm taxas municipais, como o Morro do Pai Inácio (R$ 20 a inteira, desde abril de 2026).
Em que município fica Igatu?
Igatu é distrito de Andaraí e tem conjunto tombado pelo IPHAN desde 2000. Moram ali cerca de 380 pessoas.
Onde ficam o Poço Azul e o Poço Encantado?
O Poço Azul fica em Nova Redenção e o Poço Encantado, em Itaetê, a cerca de 45 km de Andaraí.
Quais cidades da Chapada Diamantina são tombadas pelo IPHAN?
Lençóis (1973), Mucugê (1980), Rio de Contas (1980) e o conjunto de Igatu, em Andaraí (2000).
Fontes consultadas
- IBGE, IBGE Cidades (Censo 2022), e monografia de Rio de Contas.
- SEI-BA, indicadores do Território Chapada Diamantina.
- ICMBio, informações de visitação do Parna da Chapada Diamantina.
- IPHAN, Igatu (Andaraí – BA).
- SGB, Morro do Chapéu e Cachoeira do Ferro Doido.
- Sociedade Brasileira de Espeleologia (Gruta dos Brejões) e revista PÉTRART/UFPB (Vila do Ventura).
- Reportagens: A Tarde (prêmio de 2019), Jornal Grande Bahia (Festa dos Passos), A Tarde (Pai Inácio) e Movimento Econômico (aeroporto).
- Correio Braziliense (melhor época, segundo a Climatempo).
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