Sempre-Viva é típica da Chapada Diamantina vira símbolo de preservação.
A Flor Sempre-Viva (Helichrysum bracteatum) é amplamente utilizada como flor-de-corte na confecção de arranjos florais, tanto frescos quanto secos, sendo uma espécie típica da Chapada Diamantina.
Essa planta herbácea anual pode crescer entre 0,7 e 1,2 m de altura, apresentando folhas delicadas e flores pequenas, mas muito chamativas, que podem variar em cores, como amarelo, rosa e branco.
Suas flores, que se formam na primavera, são extremamente duráveis e, quando secas, mantêm sua beleza e forma, tornando-se uma escolha popular para decoração.

O Parque Municipal Projeto Sempre-Viva
O Parque Municipal Projeto Sempre-Viva, localizado em Mucugê, tem como missão proteger diversas espécies da fauna e flora local.
Seu principal objetivo é a recomposição e a implementação de tecnologias para o cultivo, manejo e comercialização da Sempre-Viva (planta ornamental).
Este parque é gerenciado pelo município de Mucugê, em parceria com o Estado da Bahia e o Departamento de Desenvolvimento Florestal da Universidade Católica de Salvador.

Preservação e Acesso
Situado no km 92 da BA-142, o Projeto Sempre-Viva foi criado para preservar a flor que é um ícone da Chapada Diamantina e que está ameaçada de extinção. As visitas ao parque incluem acesso a um laboratório de pesquisas e uma trilha que leva às cachoeiras do Piabinha e do Tiburtino.
Com a sede encravada nas pedras, o parque é facilmente acessível por uma estrada asfaltada e os visitantes pagam uma pequena taxa para explorar as instalações de pesquisa, cachoeiras e trilhas.
Experiência no Projeto Sempre-Viva
O Projeto Sempre-Viva oferece uma experiência de imersão no Parque Municipal de Mucugê, com um laboratório dedicado ao estudo da flora local, especialmente da flor, que é endêmica da região.
Os visitantes também podem explorar locais históricos que revelam a cultura do garimpo de diamantes, além de desfrutar de atrativos naturais, como trilhas e cachoeiras.
O Parque Sempre-Viva proporciona um passeio tranquilo, com trilhas fáceis e acessíveis, permitindo que os visitantes conheçam as Cachoeiras Piabinha e Tiburtino, além de participar de exposições sobre a flor e a atividade de garimpo.
Vídeos sobre o Projeto Sempre-Viva

Projeto Flor Sempre-Viva - Cultivo04:52

Flor Sempre-Viva - Cultivo e Origem08:00

Projeto Sempre-Viva25:49

Museu do Garimpo em Mucugê04:16
Museu do Garimpo
O Museu do Garimpo, parte do Projeto Sempre-Viva, narra a história da exploração do diamante, os métodos utilizados, a importância do mineral e o declínio dessa atividade.
O museu também aborda a formação de várias vilas e cidades na Chapada Diamantina, incluindo Mucugê.
A sede do Projeto Sempre-Viva, localizada no km 92 da BA-142, abriga uma parte do Museu Vivo do Garimpo, enquanto a outra parte é uma antiga moradia de garimpeiros, com exposições de objetos e uma réplica do maior diamante já encontrado.

Mapa das Trilhas e Pontos Turísticos da Chapada Diamantina
Horário de Visitação
O museu está aberto ao turismo das 08h00 às 17h00, e os visitantes têm a chance de desfrutar das cachoeiras do Piabinha e Tiburtino, localizadas no rio Cumbuca, que foi onde os primeiros diamantes foram encontrados no século XIX.
Trilha para as Cachoeiras
Após conhecer a história do Projeto e do Garimpo, é possível realizar uma trilha autoguiada, que é fácil e rápida, levando cerca de 20 minutos.
O percurso inclui a Cachoeira da Piabinha e, por fim, a Cachoeira Tiburtino.


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