Mapa do Brasil colonial: mapas antigos e evolução do país

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Os mapas do Brasil colonial mostram como o território brasileiro surgiu e cresceu, do Descobrimento, em 1500, até a Independência, em 1822. Além disso, eles revelam como os europeus viam a terra, os rios e os povos indígenas. Assim, neste guia, você encontra a história da formação territorial do Brasil e uma galeria de mapas antigos, de 1550 a 1884.

Resumo rápido – mapa do Brasil colonial

  • 1494: o Tratado de Tordesilhas divide as terras entre Portugal e Espanha.
  • 1500: a frota de Pedro Álvares Cabral chega ao litoral da Bahia.
  • 1534: Portugal divide o litoral em capitanias hereditárias.
  • 1555–1654: franceses e holandeses tentam se instalar no Brasil.
  • 1750: o Tratado de Madri amplia as fronteiras para o oeste.
  • 1822: a Independência mantém o país unido.
Mapa antigo do Novo Mundo de 1550, de Sebastian Münster
Mapa do Hemisfério Ocidental de 1550

Linha do tempo da formação territorial do Brasil

O início da colonização portuguesa

Quando Pedro Álvares Cabral chegou à costa do futuro Brasil, em 22 de abril de 1500, o foco da Coroa portuguesa não era conquistar terras. Na verdade, o objetivo era controlar a rota das especiarias do Oriente. Desde 1494, aliás, o Tratado de Tordesilhas dividia as novas terras entre Portugal e Espanha.

No entanto, a presença de rivais europeus, sobretudo os franceses, que faziam comércio de pau-brasil e alianças com os indígenas, mudou esse cenário. Por isso, a Coroa passou a colonizar a terra de forma sistemática e, em 1534, criou as capitanias hereditárias.

Mapa do Brasil colonial dividido em quatorze capitanias hereditárias, de Nicolas Sanson, 1657
Mapa do Brasil dividido em quatorze capitanias, de 1657

Capitanias e defesa do território

Em primeiro lugar, ao entregar grandes faixas de terra a nobres portugueses, o rei esperava garantir os principais pontos do litoral, entre Itamaracá e São Vicente. Ainda assim, França e Holanda tentaram se instalar no Brasil. Depois de expulsos, por exemplo, os holandeses levaram a produção de açúcar para as Antilhas, o que contribuiu para a crise do açúcar brasileiro.

No fim, França, Holanda e Inglaterra ficaram com as Guianas. Assim, segundo alguns historiadores, Portugal consolidou seu império na América mais pelo desinteresse dos rivais do que por força própria.

Mapa das Américas de 1700, de Carel Allard, com as capitanias do Brasil
Mapa do hemisfério ocidental de 1700

As bandeiras e a expansão para o interior

As bandeiras foram expedições que saíam de São Paulo, com apoio discreto da Coroa, e estenderam o domínio português pelo interior. Formadas por brancos, mestiços e indígenas aliados, seguiam sobretudo pelos afluentes do rio Paraná e percorriam milhares de quilômetros.

Seus objetivos, em geral, eram três:

  • Captura de indígenas para o trabalho escravo nas lavouras.
  • Ataques às missões jesuíticas espanholas, onde viviam muitos indígenas.
  • Busca de metais preciosos, que levou ao ouro de Minas Gerais (fim do século XVII), Mato Grosso (1718–1719) e Goiás (1725).
Mapa do Brasil de 1747, de Emanuel Bowen, com as capitanias e o litoral
Mapa do Brasil de 1747

Os tratados de limites

Com as bandeiras, os portugueses ocuparam terras muito além da linha de Tordesilhas. Por isso, em 1750, o Tratado de Madri adotou o princípio do uti possidetis: a terra pertence a quem a ocupa. Depois, o Tratado de Santo Ildefonso (1777) ajustou essas fronteiras no sul. Assim, o mapa do Brasil ganhou um formato próximo ao atual.

A unidade do Brasil e a vinda da Corte

Apesar do tamanho, o Brasil manteve a unidade política depois da Independência, em 1822. Isso se deve, em parte, à vinda da Corte portuguesa, em 1808, que fugia de Napoleão. Enquanto o império espanhol se dividia em várias repúblicas, o império português, então, passou a ter o centro no Rio de Janeiro.

Para muitos historiadores, a escravidão também ajudou a manter a unidade. Afinal, as elites regionais dependiam do poder imperial para sustentar o sistema escravista e reprimir revoltas separatistas.

O Brasil como arquipélago econômico

Mesmo unido, porém, o Brasil funcionou por séculos como um arquipélago econômico, como mostrou o economista Celso Furtado. Cada ciclo, por exemplo, povoou uma região diferente:

  • Açúcar (séculos XVI e XVII): Nordeste.
  • Ouro (século XVIII): Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso.
  • Café (séculos XIX e XX): Sudeste.
  • Borracha (fim do século XIX e início do XX): Amazônia.

Essas regiões, aliás, se ligavam sobretudo pela navegação costeira. Na Segunda Guerra Mundial, por isso, os ataques de submarinos alemães a navios brasileiros afetaram muito a ligação entre o Norte e o Sul.

As bases econômicas dos séculos XVI e XVII

A primeira grande atividade econômica foi o açúcar, favorecido pelo clima e pelo solo do Nordeste. Com ele, porém, veio o tráfico de africanos escravizados, que começou no século XVI e só foi proibido em 1850. Milhões de pessoas foram trazidas de regiões como Guiné, Angola e Moçambique.

Além disso, o Recôncavo Baiano produzia fumo, usado como moeda de troca no tráfico. Já no agreste havia lavouras de alimentos e, no sertão, a pecuária se espalhou ao longo do rio São Francisco. Veja mais sobre a monocultura e o trabalho escravo no Brasil Colônia.

O que os mapas históricos revelam sobre o Brasil colonial

Os mapas antigos do Brasil colonial são, sem dúvida, fontes históricas importantes. No entanto, não são imagens neutras: mostram os valores e os interesses de quem os fez, os europeus. Por exemplo, muitos mapas do Brasil desenham os indígenas como “canibais”, ao lado de animais exóticos e monstros marinhos.

Além disso, os mapas cumpriam várias funções. Primeiro, orientavam os navegadores nas viagens. Também identificavam áreas de exploração, como rios, portos e regiões com ouro ou pau-brasil. Por isso, quem tinha bons mapas tinha uma vantagem estratégica.

Exemplos de mapas antigos do Brasil

  • Hondius (1606): o mapa da América mostra o território com dimensões aproximadas, já que o interior ainda era pouco conhecido.
  • Blaeu (1640): os mapas de Blaeu marcam as capitanias hereditárias ao longo da costa.
  • Jacques de Vau de Claye (século XVI): segundo historiadores, seus mapas funcionavam quase como espionagem, com informações sobre os indígenas amigos ou hostis aos franceses.

Veja também a cartografia das grandes descobertas.

Presença francesa e holandesa no Brasil

Além de Portugal, França e Holanda também se instalaram no litoral do Brasil. Em geral, a presença francesa foi mais curta e baseada em alianças com os indígenas; já a holandesa foi mais longa e organizada, voltada para o açúcar.

França Holanda
Onde Rio de Janeiro (França Antártica) e Maranhão (França Equinocial) Salvador e, depois, Pernambuco e o Nordeste
Quando 1555–1567 e 1612–1615 1624–1625 (Salvador) e 1630–1654 (Pernambuco)
Objetivo Pau-brasil, comércio e colônia para protestantes Controlar a produção e o comércio do açúcar
Destaque Alianças com os tupinambás; fundação de São Luís (1612) Governo de Maurício de Nassau (1637–1644) no Recife
Fim Expulsos pelos portugueses Expulsos na Insurreição Pernambucana (1654)

Veja mais sobre a União Ibérica e a invasão holandesa.

Vídeo sobre a evolução territorial do Brasil

Praefecturae de Paraiba et Rio Grande - Blaeu Johannes - 1662

Evolução e a expansão territorial do Brasil

Perguntas frequentes sobre o mapa do Brasil colonial

O que os mapas históricos revelam sobre o Brasil colonial?

Mostram como os europeus viam o território e os povos indígenas, além de rotas, portos e riquezas.

Por isso, não são imagens neutras: refletem os valores de quem os fez.

Como era o mapa do Brasil em 1500?

Só o litoral era conhecido; o interior aparecia vazio ou com rios e lagos imaginários.

Além disso, valia a linha do Tratado de Tordesilhas, de 1494.

Quando foram criadas as capitanias hereditárias?

Em 1534, pelo rei Dom João III.

Assim, o litoral foi dividido em faixas entregues a donatários.

Qual a diferença entre a presença francesa e a holandesa no Brasil?

A francesa foi curta e baseada em alianças com indígenas; a holandesa durou mais e controlou o açúcar do Nordeste.

No fim, porém, as duas foram expulsas pelos portugueses.

Por que o Brasil não se dividiu como a América Espanhola?

Em parte, por causa da vinda da Corte portuguesa, em 1808, e do interesse das elites em manter a escravidão.

Assim, o poder imperial garantiu a unidade depois de 1822.

Galeria: mapas antigos do Brasil de 1550 a 1884

Primeiramente, os mapas abaixo estão em ordem aproximada de data. Assim, dá para ver como o desenho do Brasil e das Américas mudou ao longo de mais de três séculos. Clique em cada mapa para ampliar.

Mapa do Brasil de 1554, de Giovanni Battista Ramusio
Mapa do Brasil de 1554 – Giovanni Battista Ramusio
Mapa do Hemisfério Ocidental de 1581, de Abraham Ortelius
Mapa do Hemisfério Ocidental de 1581 – Abraham Ortelius
Mapa do Hemisfério Ocidental de 1587, de Abraham Ortelius
Mapa do Hemisfério Ocidental de 1587 – Abraham Ortelius
Mapa do Hemisfério Ocidental de 1592, de Theodore de Bry
Mapa do Hemisfério Ocidental de 1592 – Theodore de Bry
Mapa do Hemisfério Ocidental de 1609, de Jodocus Hondius
Mapa do Hemisfério Ocidental de 1609 – Jodocus Hondius
Mapa da América do Sul de 1615, de Jodocus Hondius
Mapa da América do Sul de 1615 – Jodocus Hondius
Mapa da América do Sul de 1619, de Jodocus Hondius
Mapa da América do Sul de 1619 – Jodocus Hondius
Mapa do Hemisfério Ocidental de 1623, de Jodocus Hondius
Mapa do Hemisfério Ocidental de 1623 – Jodocus Hondius
Mapa do Hemisfério Ocidental de 1627, de Jodocus Hondius
Mapa do Hemisfério Ocidental de 1627 – Jodocus Hondius
Mapa do Hemisfério Ocidental de 1628, de Jodocus Hondius
Mapa do Hemisfério Ocidental de 1628 – Jodocus Hondius
Mapa do Hemisfério Ocidental de 1631, de Matthäus Merian
Mapa do Hemisfério Ocidental de 1631 – Matthäus Merian
Mapa do Hemisfério Ocidental de 1643, de Willem Blaeu
Mapa do Hemisfério Ocidental de 1643 – Willem Blaeu
Mapa do Cabo de Santo Agostinho de 1645, de Joannes de Laet
Mapa do Cabo de Santo Agostinho de 1645 – Joannes de Laet
Mapa do Brasil de 1652, de Hondius e Jansson
Mapa do Brasil de 1652 – Hondius e Jansson
Mapa do Hemisfério Ocidental de 1659, gravador desconhecido, a partir de Hondius
Mapa do Hemisfério Ocidental de 1659 – gravador desconhecido, a partir de Hondius
Mapa do Hemisfério Ocidental de 1660, mapa antigo
Mapa do Hemisfério Ocidental de 1660
Mapa da América do Sul e do Brasil de 1624, série Grands Voyages, de Theodore de Bry
Mapa da América do Sul e do Brasil de 1624 – série Grands Voyages, de Theodore de Bry
Mapa do Brasil de 1630, de Hessel Gerritsz e Johannes de Laet
Mapa do Brasil de 1630 – Hessel Gerritsz e Johannes de Laet
Mapa da América do Sul de 1638, de Henricus Hondius
Mapa da América do Sul de 1638 – Henricus Hondius
Mapa de Olinda em Pernambuco de 1640, de Jan Jansson
Mapa de Olinda em Pernambuco de 1640 – Jan Jansson
Mapa da Baía de Todos os Santos de 1644, de Joannes de Laet
Mapa da Baía de Todos os Santos de 1644 – Joannes de Laet
Mapa da costa leste do Brasil de 1647, de Johannes Blaeu
Mapa da costa leste do Brasil de 1647 – Johannes Blaeu
Mapa da América do Sul de 1650, de Nicolas Sanson
Mapa da América do Sul de 1650 – Nicolas Sanson
Mapa da Paraíba de 1662, de Johannes Blaeu
Mapa da Paraíba de 1662 – Johannes Blaeu
Mapa do leste do Brasil de 1664, de Johannes Blaeu
Mapa do leste do Brasil de 1664 – Johannes Blaeu
Mapa do Brasil de 1671, de João José de Santa Teresa
Mapa do Brasil de 1671 – João José de Santa Teresa
Mapa do Hemisfério Ocidental de 1677, de Nicolas Visscher
Mapa do Hemisfério Ocidental de 1677 – Nicolas Visscher
Mapa do litoral do Brasil de 1678, de Frederick de Wit
Mapa do litoral do Brasil de 1678 – Frederick de Wit
Mapa do Recife em Pernambuco de 1679, de Matthäus Merian
Mapa do Recife em Pernambuco de 1679 – Matthäus Merian
Mapa da costa do rio Paraíba ao Cabo de Santo Agostinho de 1683, de Johannes van Keulen
Mapa da costa do rio Paraíba ao Cabo de Santo Agostinho de 1683 – Johannes van Keulen
Gravura da Baía de Todos os Santos de 1690, de Gregorio Leti
Gravura da Baía de Todos os Santos de 1690 – Gregorio Leti
Gravura do Forte dos Reis Magos de 1690, de Gregorio Leti
Gravura do Forte dos Reis Magos de 1690 – Gregorio Leti
Mapa da Paraíba de 1690, de Gregorio Leti
Mapa da Paraíba de 1690 – Gregorio Leti
Mapa do Cabo de Santo Agostinho de 1690, de Gregorio Leti
Mapa do Cabo de Santo Agostinho de 1690 – Gregorio Leti
Mapa do Brasil de 1695, de Blaeu e Pieter Schenk
Mapa do Brasil de 1695 – Blaeu e Pieter Schenk
Mapa da América do Sul de 1694, de Alexis-Hubert Jaillot
Mapa da América do Sul de 1694 – Alexis-Hubert Jaillot
Mapa das capitanias do Espírito Santo e de Porto Seguro de 1698, de Andreas Antonius Horatius
Mapa das capitanias do Espírito Santo e de Porto Seguro de 1698 – Andreas Antonius Horatius
Mapa da província da Paraíba de 1698, de Andreas Antonius Horatius
Mapa da província da Paraíba de 1698 – Andreas Antonius Horatius
Mapa da capitania de Pernambuco de 1698, de Andreas Antonius Horatius
Mapa da capitania de Pernambuco de 1698 – Andreas Antonius Horatius
Mapa do Hemisfério Ocidental de 1713, de Jan Goeree
Mapa do Hemisfério Ocidental de 1713 – Jan Goeree
Mapa do Hemisfério Ocidental de 1714, de Pieter van der Aa
Mapa do Hemisfério Ocidental de 1714 – Pieter van der Aa
Mapa do Hemisfério Ocidental de 1719, de Henry Abraham Chatelain
Mapa do Hemisfério Ocidental de 1719 – Henry Abraham Chatelain
Capitanias da Paraíba e do Rio Grande de 1720, Blaeu, edição de Covens & Mortier
Capitanias da Paraíba e do Rio Grande de 1720 – Blaeu, edição de Covens & Mortier
Mapa do Hemisfério Ocidental de 1727, de Reiner e Josua Ottens
Mapa do Hemisfério Ocidental de 1727 – Reiner e Josua Ottens
Mapa do norte da América do Sul de 1730, de Guillaume Delisle
Mapa do norte da América do Sul de 1730 – Guillaume Delisle
Mapa do Hemisfério Ocidental de 1730, de Johann Christoph Homann
Mapa do Hemisfério Ocidental de 1730 – Johann Christoph Homann
Mapa das Américas de 1730, de Johann Baptist Homann
Mapa das Américas de 1730 – Johann Baptist Homann
Mapa do Hemisfério Ocidental de 1740, de Matthias Seutter
Mapa do Hemisfério Ocidental de 1740 – Matthias Seutter
Mapa da América do Sul de 1740, de Girolamo Albrizzi
Mapa da América do Sul de 1740 – Girolamo Albrizzi
Mapa do Hemisfério Ocidental de 1744, de Homann
Mapa do Hemisfério Ocidental de 1744 – Homann
Mapa da América do Sul de 1750, de Girolamo Albrizzi
Mapa da América do Sul de 1750 – Girolamo Albrizzi
Mapa do Hemisfério Ocidental de 1757, de Emanuel Bowen
Mapa do Hemisfério Ocidental de 1757 – Emanuel Bowen
Mapa do Brasil de 1750, de Girolamo Albrizzi
Mapa do Brasil de 1750 – Girolamo Albrizzi
Mapa do Brasil de 1757, parte 1, de Jacques Nicolas Bellin
Mapa do Brasil de 1757, parte 1 – Jacques Nicolas Bellin
Mapa do Brasil de 1757, parte 2, de Jacques Nicolas Bellin
Mapa do Brasil de 1757, parte 2 – Jacques Nicolas Bellin
Mapa da Baía de Todos os Santos de 1769, de Isaac Tirion
Mapa da Baía de Todos os Santos de 1769 – Isaac Tirion
Mapa da Ilha de Santa Catarina de 1777, de Tomás López
Mapa da Ilha de Santa Catarina de 1777 – Tomás López
Mapa do Brasil de 1798, de Giovanni Maria Cassini
Mapa do Brasil de 1798 – Giovanni Maria Cassini
Mapa do Brasil de 1823, mapa antigo
Mapa do Brasil de 1823
Mapa do Brasil de 1832, mapa antigo
Mapa do Brasil de 1832
Mapa da América do Sul de 1840, parte 1, de James Wyld
Mapa da América do Sul de 1840, parte 1 – James Wyld
Mapa da América do Sul de 1840, parte 2, de James Wyld
Mapa da América do Sul de 1840, parte 2 – James Wyld
Mapa do Brasil de 1850, de John Tallis
Mapa do Brasil de 1850 – John Tallis
Carta náutica da costa a oeste do Rio de Janeiro de 1884, de Almirantado Britânico
Carta náutica da costa a oeste do Rio de Janeiro de 1884 – Almirantado Britânico
Willy Sievert

Escrito por Willy Sievert

Editor do Bahia.ws desde sua fundação em 2009. Morador de Salvador, viaja com frequência pelo Nordeste e por todo o Brasil para manter os guias atualizados. Conheça mais sobre Willy Sievert →

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